Voltar ao blog

Saúde da mulher

Alimentação na TPM: o que ajuda e o que piora

Inchaço, irritação, vontade de doce, fome que parece sem fundo. Na semana que antecede a menstruação (fase lútea), muita mulher sente o corpo virar de cabeça para baixo — e a culpa não é falta de disciplina.

Por que a fome aumenta na fase lútea

Após a ovulação, sobem a progesterona e o gasto energético em repouso — o corpo realmente gasta um pouco mais e pede mais comida. Junte a isso a queda da serotonina, que aumenta a vontade de carboidrato e doce. É fisiologia, não fraqueza.

O que ajuda a aliviar

Magnésio

Associado a menos cólica, irritabilidade e retenção. Fontes: folhas verde-escuras, sementes, castanhas, cacau (chocolate amargo, com moderação).

Vitamina B6

Participa da produção de serotonina e pode ajudar no humor e na irritabilidade. Fontes: banana, batata, grão-de-bico, peixes.

Proteína e fibra em todas as refeições

Estabilizam a glicemia e a saciedade — o que reduz a montanha-russa de fome e a vontade explosiva de açúcar.

Carboidrato de qualidade

Em vez de brigar contra a vontade de carbo, escolha versões melhores (frutas, raízes, integrais). Eles ajudam a serotonina sem o efeito sanfona do açúcar puro.

O que tende a piorar

Sem culpa. Comer um pouco mais na fase lútea é esperado. O objetivo não é "resistir a tudo", e sim fazer escolhas que estabilizem o corpo. TPM intensa, com sintomas que atrapalham a vida (TDPM), merece avaliação médica — há tratamento.

Trabalhar a favor do ciclo — e não contra ele — torna a TPM mais leve: mais magnésio, proteína e fibra; menos sal, açúcar e álcool.

Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica/nutricional. Sintomas intensos de TPM/TDPM devem ser avaliados por profissional. Suplementação (magnésio, B6) deve ser individualizada.

Quer comer a favor do seu ciclo?

O ERG 360 ajuda a ajustar a alimentação às fases do mês e acompanha como você se sente ao longo das semanas.

Entrar na minha área